Naruto e Eu

narugamabyak46ny9Dá até um pouco de vergonha de admitir, mas, bem, eu gosto de Naruto.  Pois é, eu sou um narutard. Resisti bastante à entrar na onda, é bem verdade, mas, logo que comecei a assistir e acompanhar, de alguma forma acabei me viciando, literalmente – deve ter alguma mensagem subliminar nos episódios de TV ou capítulos do mangá, só isso poderia explicar a forma tão súbita como a série me fisgou.

Havia um bom tempo já que, por pura falta de paciência, eu tinha voluntariamente me afastado de qualquer comprometimento de longo prazo com séries de TV, quadrinhos ou o que for; em outras palavras, eu simplesmente não tinha mais saco pra reservar horários semanais, comprar revistas seriadas todo mês, e etc. No máximo, comprava edições especiais, de séries curtas, com hora certa para acabar; e TV, basicamente, se resume  ainda hoje para mim em futebol e filmes esporádicos. Mas de repente, quase sem aviso, alguns anos atrás me vi preso a duas séries relativamente novas – Naruto e Heroes. E, mesmo entre elas, Naruto ainda me pegou de uma forma um tanto diferente: Heroes eu assisti toda a primeira e segunda temporadas a conta-gotas, como exibido na TV, sem recorrer aos subbers de internet, e perdi totalmente o pique durante o terceiro ano, deixando de acompanhá-la; Naruto, por outro lado, talvez até pelo seu tamanho astronômicamente maior, eu recorri quase imediatamente aos scans e afins, e ainda me vejo esperando ansioso a cada semana por um novo capítulo.

E o que diabos tem em Naruto que me cativou tão profundamente assim? Trata-se, à primeira vista, de uma série de anime/mangá shonen típica, daquelas de combates intermináveis, treinamentos esdrúxulos e dramalhões exagerados, feita para vender bonecos e videogames; aquelas séries criadas sob medida para garotos japoneses de 14 anos, e que de uns quinze anos pra cá, se não mais, invadiram também o ocidente (ou pelo menos o Brasil), fazendo a alegria daquela turma de marmanjões que se recusam a crescer. Eu mesmo faço parte dessa turma em alguma medida, é bem verdade, e estaria sendo hipócrita se não admitisse; mas mesmo outras séries do mesmo gênero que marcaram minha adolescência, como Cavaleiros do Zodíaco ou Dragon Ball Z, hoje me soam um tanto enfadonhas, e não consigo assistir à maioria dos episódios sem uma ponta de constrangimento. E outras séries novas, ainda, de One Piece a Bleach, que fazem a alegria desse público, também não me atingiram da mesma forma que Naruto fez. O que o garoto ninja tem de tão especial, afinal? Pensei muito sobre isso já, e o que escrevo aqui em parte é resultado dessas reflexões, uma espécie de análise de “por que raios de eu acho que gosto de Naruto”; não exatamente como uma justificativa, mas apenas alguns devaneios aleatórios sobre a série que me deu na telha escrever, por conta do meu vício já bem conhecido nessa atividade.

naruto3Bem, meu primeiro chute tem a ver com o fato de que eu gosto de ninjas. Gosto mesmo; gostei até do filme da Elektra, vejam só! De samurais e nipofilias em geral eu já enjoei, mas, droga, ninjas são sempre ninjas, foda-se o resto do Japão; American Ninja manda! E mesmo assim, Naruto ainda tem uma abordagem um pouco diferente do conceito de “ninja”, que é outro ponto que definitivamente me pegou. Não é tanto como um assassino misterioso, aquela coisa do demônio das sombras ou afins – tem sim um pouco disso na caracterização dos ninjas na série, claro, e alguns personagens que encarnam esse estereótipo mais à risca; mas eles em geral se parecem mais com uma espécie de tropa de elite, um Comandos em Ação nipônico, tanto no aspecto visual, com aqueles uniformes padronizados cheio de bolsos e acessórios, como na própria função, servindo como tropas militares das vilas ocultas.

Todo esse universo das vilas ocultas, aliás, é outro ponto muito legal da série. Naruto é uma aula de criação de cenários fantásticos através de referências contemporâneas, e é claro que, para um jogador de RPGs de fantasia que gosta brincar de construir mundos, esse é outro aspecto que facilmente se destaca. À primeira vista, pela identidade visual geral do cenário e o fato de ter ninjas como elemento principal, parece que estamos falando de uma representação do Japão feudal; mas basta um olhar um pouco mais profundo para perceber que se trata de uma construção um tanto mais complexa que isso.

Pra começar, há muitos elementos contemporâneos, da vestimenta de alguns personagens principais e secundários até algumas das tecnologias que aparecem sendo usadas. O mundo Naruto, antes do que um mundo feudal, é um grande pastiche do imaginário japonês em geral: lojas de ramen dividindo espaço com restaurantes tradicionais; ninjas usando kunais, shurikens e rádios de comunicação; casas de jogos típicas e literatura de massas – tudo reunido em um universo kitsch incrivelmente delicioso de assistir.

Além disso, há todo o elemento fantástico como parte intrínseca do funcionamento do mundo. Nada daquela fantasia oculta à lá Dragon Ball, em que existe todo um universo de lutadores super-poderosos que parecem não fazer diferença nenhuma no mundo, a ponto de alguém apenas acima da média como um Mr. Satã poder aparecer e dizer-se o mais forte sem ser questionado; o aspecto fantástico, aqui, faz parte do cotidiano da vida nas vilas: você pode contratar os serviços de ninjas com habilidades especiais para resolver problemas tão simples quanto achar um gato perdido, e em barracas de jogos nas grandes feiras populares há placas de proibido o uso de jutsus. O mundo de Naruto é um legítimo mundo de alta fantasia contemporânea, que pouco deve a qualquer Arton ou Toril da vida, e esse é, inclusive, um aspecto muito bem explorado em algumas das malfadadas sagas de fillers que foram feitas entre o fim primeira fase da série e o início da fase Shipuuden.

Claro, há alguns problemas na forma como a série constrói esse cenário, e acho justo de minha parte destacar isso também. A construção temática do mundo pode ser excelente, mas uma olhada mais cuidadosa em alguns detalhes específicos permite notar alguns elementos um tanto frágeis, como a sua constituição política e as formas de relações entre as vilas ocultas. Mas, como são elementos raramente colocados em primeiro plano na história, acaba sendo fácil deixá-los passar para aproveitar o resto, que funciona tão bem, de forma que é preciso ser excessivamente chato para realmente se incomodar com eles.

naruto1No roteiro e concepção de personagens, Naruto também possui alguns elementos à parte que o destacam da maioria das séries do mesmo gênero, a começar pela abordagem que faz do aspecto de aperfeiçoamento pessoal, que parece ser o tema fundamental dessas séries japonesas baseadas em lutas e conflitos entre personagens. Veja lá Dragon Ball Z ou Cavaleiros do Zodíaco, e compare o desenrolar dos seus combates com os de Naruto: a ênfase nos primeiros é muito maior em ser o mais forte, o mais poderoso; a vitória geralmente vem pelo uso de uma técnica ultra-poderosa desconhecida até então, ou uma transformação súbita que inesperadamente conceda mais poder ao personagem – aquilo que críticos literários e escritores em geral geralmente chamam de “saque”, na sua forma mais descarada possível.

Os combates de Naruto vão por um lado um pouco diferente. Aqui, tática e estratégia valem mais que poder puro e simples: o importante não é ter a técnica mais forte, mas usar bem as técnicas que você tem, a ponto de haver até um personagem cuja principal vantagem sobre os demais está, justamente, na sua capacidade de observação dos adversários e criação de uma estratégia eficiente. Há dezenas de armadilhas, técnicas de ilusão, blefes táticos; isso se reflete muito bem nos games da série, aliás, com uma presença maciça de itens e elementos do cenário que influem sobre as táticas de jogo. Há ainda o uso do recurso do saque com mais freqüência do que deveria, mas mesmo ele acaba assumindo uma forma um pouco mais sutil em boa parte das vezes.

Essa diferença de abordagem se reflete também nos tipos de treinamentos pela qual os personagens passam em momentos diversos da série. Em Dragon Ball, por exemplo, que é a minha comparação principal já que se trata do paradigma quintessencial do gênero, vê-se muito uma ênfase quantitativa nesses treinamentos; o objetivo é sempre torná-lo mais forte, mais próximo do seu limite, e isso dita o tipo de evolução pela qual eles passam: Goku começa treinando com pesos, depois vai para um planetóide com gravidade dez vezes superior à da terra, depois passa para uma gravidade cem vezes superior, etc. Os treinamentos de Naruto, no entanto, valorizam muito mais o aspecto qualitativo: ele começa subindo em árvores, depois caminha sobre a água, depois estoura bexigas d’água, depois bolas de boarracha, e assim por diante – a idéia fundamental não é fazer mais, mas fazer melhor; e não fazer o melhor que você conseguir fazer, mas o melhor com o que você conseguir fazer. Há a exceção do treinamento do Rock Lee, claro, mas ele próprio aparece mais como uma sátira desse mesmo método quantitativo; lembre-se do Kakashi comentando o fato do uso de pesos ser um método antiquado. E, enquanto o Goku tem que apelar constantemente para kaiokens duplos, triplos, aumentados dez vezes, ou super sayajins 2, 3, 4, 5, 1000, o Naruto se sai muito bem por mais de dez temporadas com duas técnicas básicas e o poder da raposa de nove-caudas apenas nos casos mais extremos.

E, por fim, há o aspecto que eu pessoalmente acredito ser o principal, que é o subtexto do roteiro e o desenvolvimento dramático dos personagens. Pois Naruto é mais do que simplesmente uma série sobre lutadores super-poderosos se degladiando em combates épicos pelo destino do mundo; é também o drama de um jovem garoto discriminado e segregado, buscando ser aceito por aqueles à sua volta. É, por assim dizer, uma versão atualizada do clássico conto infantil do Patinho Feio, e é isso que vai definir muito da construção e concepção dos seus personagens e enredos principais, sobretudo nas primeiras temporadas.

Vejamos como é caracterizado o próprio Naruto, por exemplo. Tem muito pouco em comum com o ingênuo até doer Goku, ou com o chato bom-samaritano Seiya; a princípio, pela sua espontaneidade, cara-de-pau e estupidez, parece-se muito mais com um Yusuke Urameshi. Mas até ele é forte e respeitado entre os seus, um protagonista natural para uma série de ação e aventura; Naruto, por outro lado, não inspira qualquer respeito naqueles próximos a ele, e é frequentemente humilhado e escrachado por todos à sua volta – em um determinado episódio, um personagem chega mesmo a comentar que ele jamais funcionaria como protagonista de uma série assim. É, enfim, o arquetípico patinho feio, fácil de reconhecer e quase tão fácil quanto de se reconhecer nele – eu, pelo menos, me identificaria bastante, em certos momentos da minha vida, com alguns dos dramas pela qual ele passa, e o fato de eu entender isso talvez explique um pouco também o quanto a série foi capaz de me cativar.

E é justamente por ser tão bem (e tão cruelmente) construído enquanto patinho feio que, quando Naruto afinal se revela como aquele belo cisne que ninguém esperava que fosse, o efeito de catarse seja tão eficiente, e a sensação de satisfação que se sente seja tão grande. Eu, pelo menos, sorri de orelha a orelha quando vi o pau federal que ele dá no Neji, no primeiro combate do torneio de ninjas do exame chuunin; é o pico apoteótico do seu desenvolvimento enquanto personagem dramático, o ponto exato em que todos aqueles que o segregavam e humilhavam gritam o seu nome, e reconhecem nele alguém especial.

Naruto_Vs_SasukeE segue-se, então, aquele que é, pra mim, o momento máximo da série, quando Naruto, em frente aos seus colegas de equipe (e mais especificamente ao Sasuke) totalmente atônitos, enfrenta e derrota o demônio da areia, Gaara, e, devido à semelhança entre suas histórias particulares, tem a oportunidade de refletir sobre aquilo que acabara de conquistar. Se a série terminasse ali, eu, ao menos, me sentiria plenamente satisfeito com ela, e até se pode considerar que o autor peca um pouco do ponto de vista artístico-literário em estendê-la tão além desse ponto; mas é claro também que Naruto não foi concebido para ser uma obra de arte, e sim uma obra de entretenimento, e então muitas outras pontas que ficam soltas precisam ser fechadas e sub-enredos terminados para que o encerramento seja completo. O fato é que, a partir daí, o próprio Naruto não tem muito mais para onde evoluir, de forma que o desenvolvimento dramático acaba passando mais para o outro personagem principal da série, Sasuke.

Sasuke é o exato oposto de Naruto – Naruto usa roupas de cores quentes (laranja e preto), Sasuke usa roupas de cores frias (azul e branco); Naruto é barulhento e cheio de energia, Sasuke é quieto e soturno; Naruto é estúpido e apressado, Sasuke é talentoso e cuidadoso; Naruto é ignorado e discriminado, Sasuke é admirado e invejado. Até as suas motivações fundamentais diferem radicalmente: Naruto é movido pela sua vontade de ser aceito por aqueles à sua volta, de forma que tende a se preocupar na maioria das vezes mais com seus amigos do que consigo mesmo, enquanto Sasuke possui um objetivo mais específico e pessoal, levando-o muitas vezes a agir de forma egoísta. É fácil, assim, entender o que ele representa: é um dos arquétipos míticos/literários mais básicos, o “gêmeo maligno” que fecha o par de opostos que se completam, como na figura do Yang-Yin chinês. Acho até que Sasuke deveria, inicialmente, fazer o papel do Gaara como contraponto do Naruto, algo que acabou não acontecendo; e justamente por isso, os melhores momentos dramáticos dele sempre são em comparação com os do Naruto. É fato que ele não consegue segurar a série tão bem quando está sozinho – vide o longo período do Shipuuden em que ele é foco principal da narrativa, o que também explica um pouco a queda de empolgação que senti nessa segunda fase da série; mas funciona incrivelmente bem junto com o Naruto, um fazendo sombra para o outro, seus dramas se contrapondo e completando, sendo o ponto máximo dessa relação até o momento a luta entre os dois quando Sasuke tentava fugir de Konoha. E é certo que o destino deles está profundamente entrelaçado, e eu aguardo ansioso para ver o desfecho final que os aguarda, o que, felizmente, já não deve demorar a acontecer.

Mas, enfim, longe de mim querer soar tão pretensioso e intelectualóide quanto inegavelmente acabei soando mais do que algumas vezes nesse meu longo devaneio. No fundo, toda essa ladainha trata-se só de uma tentativa de racionalizar o irracionalizável; tentar entender e discutir o meu gosto pessoal, justamente aquilo que, dizem as más línguas, não se discute. O fato mesmo é que Naruto é, pura e simplesmente, uma série legal e divertida, que reúne num pacote só muitas coisas legais e divertidas. Tem, por exemplo, ninjas, que são legais. Também tem tropas de elite especializadas, que também são legais. Tem combates épicos pelo destino do mundo, que são legais. E tem monstros gigantes, que são legais também. Droga, tem até um sapo samurai gigante, o que é muito legal!

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25 Responses to “Naruto e Eu”


  1. 1 Leslan Livonor 01/07/2009 às 07:24

    Cara é tão bom em analizar essas coisas porque não fais seu anime em? (não use o nome acima ele ja é meu!)

  2. 2 Bruno 05/07/2009 às 21:50

    Bom, eu escrevo contos, só aqui no blog tem mais de 70 =P É só catar ali no índice. Agora, daí a transformar qualquer um deles num anime, é preciso um pouco mais do que saber analisar roteiros e personagens, heheheh.

  3. 3 Rodrigo 25/08/2009 às 00:44

    Foi divertido ler isso!
    E eu também vejo o desenho, vergonhoso, mas assumo!! UHAuAhUAhua…

  4. 5 Catiuscia 26/09/2009 às 21:16

    Kra… Gostei muito dessa tua “ladainha”…
    Realmente tu tens jeito para descrever teu gosto pessoal.
    Não é vergonha nenhuma gostar de Naruto, eu gosto e assumo pra quem quiser ouvir…
    essa tua dessertação me fez gostar mais ainda de Naruto!
    Valeu!!! ;-)

  5. 6 d.darkangellus 30/09/2009 às 02:24

    Texto muito bem definido, nota 10!

    …realmente, é vergonhoso assumir que assiste Naruto, mas eu aguento! :D

    Abrçs e Bons Jogos!

  6. 7 Psiu 06/10/2009 às 02:19

    é realmente agradavel de ler mas pesquise e ache!
    a toda hora suas imagens acima mostravam uma(s) mensagen(s/MS) subliminar(es),de forma geral quem procura acha²;

    Só pesso que procurem bem no Google e vcs vão achar o significado dessas imagens acima,pois nosso companheiro aki postou bastante imagem subliminar,de cara achei uma MS na bandana do atual Kakashi,Naruto e Sasuke,reparem que mostra o simbolo da besta(666) é só usar a visão que deus nos concedeu

    Xau,deus proteja vcs!

  7. 8 victor 10/11/2009 às 13:06

    muito da hora

  8. 9 beatriz 21/11/2009 às 17:58

    eu tbm era viciada pelo naruto.eu assistia todos os episódios,mas os meus pais me proibiram de assistir,pq eles peqisaram na internet q o proprio escritor do anime falou q o naruto nasceu com o demonio e q ele tinha queda pelo sasuke e pela sakura.ai nunca mais assisti naruto.

  9. 10 Sabrina 01/12/2009 às 09:17

    Comecei a ler os mangás para entender a hitória, eu via na tv , mas nunca tinha entendido oq aquele moleque tinha de especial. Comecei e nunca parei :D faz um mes e já to viciadinha!!!

  10. 11 Ana Ritta 04/12/2009 às 19:57

    nossa ! comigo tambem foi assim.. naruto praticamente mudou minha vida.
    Hoje sou muito mais muiitooo mesmoo de Naruto :)

  11. 12 Ana Ritta 04/12/2009 às 19:58

    ops..muito fã mesmo de naruto :)
    *-*

  12. 13 GEORGE DSSD 16/01/2010 às 12:18

    cara muito legal

  13. 14 sai_sama 26/02/2010 às 07:39

    eu tenho 17 anos e vejo naruto acho que o naruto nao e apenas uma serie manga de ninjas que lutam mas trata-se de querer mostrar valores morais. naruto por exemplo segue o sonho de se tornar hokage e luta sem pisar por cima dos seus adversário, naruto defende seus amigos e procura encontrar sasuke e pôr ele no caminho do bem. acho que naruto mostra a todos nós o valor da amizade, da confiansa e da perseguiçao de sonhos. EU AMO NARUTO nao tenho vergonha de admitir. ^^

  14. 15 fernanda 31/03/2010 às 16:35

    ameeei a história ………..

    parabéns………..

    fiquei curiosa………….

    bj’s

  15. 16 erick 12/05/2010 às 18:09

    eu gosto muito de naruto o personagen que eu mas gosto é o naruto tem mas de 1 ano que eu asisto e ja to viciado na serie mas meu irmão não gosta muito.

  16. 17 jéssik 26/05/2010 às 20:34

    amuuuuh naruto.assistia todos os dias no sbt,mesmo sendo todos repetidos.hj descobri que esta passando episodios novos e tô P da vida.ainda sim.sou apaixonada com naruto.bjusssss.

  17. 18 jéssik 26/05/2010 às 20:39

    ah,tô p da vida pq trabalho de manhã e nao da pra ver.que derrota!mas sou fã assim mesma.thau.

  18. 19 FERNANDO 31/05/2010 às 16:46

    SABE JÁ FIZ ESSA MESMA PERGUNTA A MIM MESMO. O QUE FAZ EU GOSTAR DE NARUTO? EU COM QUASE 30 ANOS. AINDA NÃO TENHO A RESOSTA MAS LENDO O SEU BLOG COMEÇEI A TER UMA LINHA DE RACIOCÍNIO… VALEU ABRAÇO….

  19. 20 Pimps 22/06/2010 às 23:09

    Tenho 28 anos e sou professor e analista de sistemas. Assumo publicamente que sou fã de Naruto… inclusive para meus alunos na faculdade.

    Assim como você, eu também assistí Dragon Ball, Cavaleiros do Zodíaco e Yuyu Hakusho. O último anime que assistí foi Naruto, não por que quis, mas por força de circunstância. Eu estava de repouso por causa de uma cirurgia que tinha feito quando, por curiosidade, ví o 1º episóio.

    Antes de assistir pensei que os animes que já tinha lido/assistido seriam insuperáveis no gênero, mas foi diferente. Ví o 1º, 2º, e não parei mais… Assistí episódio atrás de episódio… doentiamente. Essa semana eu acabei a série clássica. Logo devo começar o Naruto Shippuden.

    Não vou descrever o que penso de Naruto, pois seu artigo já diz tudo que eu já tinha concluido. Naruto é o cara.

    Abraços.

  20. 21 lorran maciel 04/07/2010 às 22:17

    esse site e show!!!!!!!!!!
    tambem sou fã do naruto tumara que lançem um filme sobre ele tumara pq se não acontecer eu vo fica com muito odiodo diretor que não quis fazer, um odio da queles dos grandes :@

  21. 22 kinha 22/01/2012 às 18:14

    oie eu sou super viciada em naruto e não tenho vergonha de dizer!!!!!!!!!!!!! se quiser entrar em contato comigo… meu email é KINHAMIGUXA2009@HOTMAIL.COM pra nós falarmos m,ais sobre naruto…bjus vlw…

  22. 23 kinha 22/01/2012 às 18:17

    perdão vou dar de novo… kinhamiguxa2009@hotmail.com


  1. 1 Transformers « Rodapé do Horizonte Trackback em 22/06/2010 às 00:49
  2. 2 Ninja Attack! | Rodapé do Horizonte Trackback em 07/04/2013 às 12:23

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