A nuvem de lógica pairou pela cidade, escurendo os pensamentos de quem passava pelas ruas naquele momento. Todos abriram suas referências, correndo para proteger seus argumentos – mas já era tarde para muitos deles, encharcados, vencidos pelas próprias bibliografias logo que começou a chuva de falácias.
Tempestade
Publicado 28/03/2010 r Contos Deixar um ComentárioTags:chuva, devaneio, filosofia, lógica, mini-contos, surrealismo

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