Archive for the 'Blog' Category



Cream, 2005

Ouvir Cream sempre me lembra de porque eu queria tanto ser músico… E porque na verdade eu nunca ia conseguir ser um de qualquer forma.

Acho que vou ali ficar em posição fetal um pouco…

Wonderbook, de Jeff VanderMeer

WonderbookPg31_473Ao longo dos anos, eu aprendi a sempre ter caneta e papel comigo – mesmo na mesa de cabeceira – para que se eu acordar no meio da noite, ter o mínimo de tempo possível entre a ideia e o registro da ideia. Eu às vezes escrevo no celular, mas baterias de celular podem acabar, e celulares podem resetar, apagando as notas, então eu sempre prefiro caneta e papel. Eu também não faço cerimônia ou cortesia se eu estou com pessoas e uma ideia surge – eu apenas paro a conversa e escrevo o que precisa ser escrito. Se você observar todas as delicadezas sociais, você pode perder algo importante. Imagens, personagens, fragmentos de diálogo são todos incrivelmente vulneráveis à erosão pelo ambiente.

(Jeff VanderMeer, Wonderbook – The Illustrated Guide to Creating Imaginative Fiction)

- Vai, amor, vai… Assim, isso… Tá gostoso… Não para, não par– Amor?

- Desculpa, querida, mas eu tenho que anotar uma ideia aqui!

Naia Contra o Rei dos Dragões

Momento nostalgia: acho que esse foi o primeiro “anime” que eu assisti. Ok, é uma animação chinesa, não japonesa, mas vocês entenderam… Eu tava há anos tentando descobrir o nome dela pra procurar por aí, a única coisa que me lembrava era do enredo e algumas cenas esparsas, como a festa dos dragões embaixo do mar, que ainda era bem vívida na minha memória.

Enfim, é uma animação muito legal. Guardar o link pra mostrar pros meus filhos eventualmente.

Samurai, iaiaiai…

Sabe, eu adorava a cultura japonesa. Ninjas, samurai, e todo o resto. Mas aí conheci essa música, e agora não posso mais ouvir a palavra samurai sem sair cantando…

Sexy Nerds, o retorno

sexy nerdsTempos atrás, eu brinquei de fazer uma banda virtual com o Fred “Fosco” Laranjo, que, entre outras coisas, é o baterista da banda de doom metal Blackfall. Foi uma brincadeira inconsequente, e, a bem da verdade, o resultado foi bem tosco – a gravação tava fora do tom, já que a gente teve que gravar os instrumentos separados e se mandar por e-mail (somos de estados diferentes), e tudo mais. Mas levamos ela razoavelmente a sério, e chegamos até a inventar um nome pro nosso álbum, como você pode ver na capa ao lado.

Enfim. Catando nos meus discos de backup, achei algumas gravações velhas, e resolvi que algumas eram pelo menos engraçadas o bastante pra dividir com vocês. Estou colocando elas nessa categoria nova, Sexy Nerds, que era o nome que a gente tinha dado pro nosso pseudo-grupo. Por enquanto são quatro músicas só, sendo uma paródia e três blues, eventualmente talvez eu coloque mais algumas, ou quem sabe até volte a gravar alguma coisa. Ou não.

Quem precisa de seis cordas?

Sem palavras. Vou ali juntar meu queixo do chão e já volto.


Sob um céu de blues...

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@bschlatter

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