Posts Tagged 'capitalismo'

Wizard of the Crow, de Ngũgĩ wa Thiong’o (2)

Houve um tempo em que a escravidão era boa. Ela fez o seu trabalho, e quando terminou de criar capital, definhou e morreu uma morte natural. O colonialismo foi bom. Ele espalhou a cultura industrial e compartilhou recursos e mercados. Mas reviver o colonialismo hoje seria um erro. Houve um tempo em que a Guerra Fria ditava cada cálculo nas relações internas e internacionais. Isso acabou. Nós estamos na era pós-Guerra Fria, e nossos cálculos são guiados pelas leis e necessidades da globalização. A história do capital pode ser resumida em uma frase: em busca da liberdade. Liberdade para se expandir, e agora ele tem a chance de ter todo o planeta como o seu teatro. Ele necessita de espaço democrático para se mover pelas suas próprias demandas e lógicas. Então eu fui enviado para instá-lo a transformar o seu país em uma democracia.

Às vezes a literatura é capaz de sintetizar aquilo que a História leva livros e livros pra explicar. Que resumo do imperialismo.

Betinho

Mário Roberto “Betinho” de Souza era um gênio. Na verdade, talvez tenha sido o maior gênio em toda a história da humanidade. Aos quatro anos, brincando com cubos de madeira, deduziu os princípios básicos do teorema de Pitágoras. Aos cinco, da fórmula de Bhaskara. E aos oito era capaz de citar e desenvolver com propriedade as falhas de argumentação nas meditações de Descartes.

Aos dezenove anos desenvolveu uma teoria do universo e das forças fundamentais belíssima na sua simplicidade. De maneira objetiva e didática, resolvia alguns dos grandes problemas da física moderna, reunindo em uma só as forças nuclear, eletromagnética e gravitacional, bem como dando ordem e previsibilidade ao mundo quântico. Não apenas isso, como ainda era dotada de uma espiritualidade quase religiosa – não no sentido de depender da fé para funcionar, mas sim de que, mesmo na sua racionalidade absoluta, não deixava de revelar um significado oculto na existência, que enchia a vida das pessoas de sentido e iluminação.

Com trinta e três anos seus interesses estavam voltados para as ciências humanas, e foi quando ele desenvolveu as bases do social-capitalismo, o sistema político e econômico que melhor atende às necessidades da sociedade como um todo, sem deixar de promover com grande eficiência o progresso científico e material. Sua dissertação sobre o tema trazia mesmo um planejamento simples, que, através de políticas públicas objetivas e de baixíssimo custo social e financeiro, era capaz de converter qualquer sociedade ao novo sistema no prazo de quarenta anos, independente dos seus antecedentes culturais e históricos.

Betinho também teve grande atuação no campo das artes. Músico auto-didata, compôs sua primeira sinfonia ao sete anos, em um piano velho na casa do avô. Sua obra conta ainda com outras dezessete peças musicais, mais da metade delas escritas longe de quaisquer instrumentos, apenas imaginando as melodias e escrevendo as notas em uma folha de caderno.

Escreveu seu primeiro romance – Da Vida dos Morcegos na Albânia – aos quatorze anos, e, embora tivesse todos os vícios típicos de um escritor iniciante, já trazia nele muitas qualidades que escritores renomados só desenvolveriam em idades muito mais avançadas. Sua obra prima, no entanto, é Morangos Silvestres e a Árvore do Mundo, que reunia elementos de romance psicológico, realismo mágico e mesmo da poesia épica em uma grande narrativa de quase mil páginas. Deixou para trás também mais de oitenta contos e poesias, de diferentes estilos e formatos.

Tudo isso ocupava mais de mil e quinhentos cadernos em que Betinho escrevia todo o dia, quando chegava em casa após a jornada de trabalho como frentista em um posto de gasolina. Sem saber o que fazer com eles, seus sobrinhos doaram todos para uma fábrica de reciclagem de papel, após o velho ter sido encontrado morto no pequeno apartamento onde morava, pendurado pelo pescoço por uma gravata velha no lustre da sala.

Mercado

Em algum andar de um grande edifício com a fachada coberta por janelas de vidro escurecido, um grupo de homens engravatados e bem-vestidos, com ternos de linho azuis, pretos e cinzas, entrou em uma sala escura, fechando a porta atrás de si. À sua frente se erguia uma grande pilha de notas em papel-moeda: reais, dólares, euros, ienes, yuans, todos organizados em uma grande pirâmide monetária. Os homens ajoelharam-se ante ela, enquanto outro, que já estava no local, vestindo um manto acizentado com um capuz cobrindo o rosto e segurando uma tocha na mão direita, ateou fogo em um dos vértices.

O dinheiro queimou. A fumaça se espalhou pela sala, preenchendo cada canto e cada centímetro quadrado disponível, inundando e contaminando os pulmões. Logo todos sentiram a sua chegada – uma presença etérea, sem corpo, que todos apenas sabiam estar lá; um ser onisciente que se desprendeu da fumaça e foi sentido no fundo da consciência de cada um ali presente.

– Ó Grande Deus Mercado! – pronunciou um dos homens engravatados. – Diga-nos qual é o seu desejo para este trimestre!

Seguiram-se segundos do mais absoluto silêncio. Quando uma voz foi ouvida era clara e ressonante, como se viesse de todos os lugares e nenhum ao mesmo tempo. Era um Deus que lhes falava, não havia como permanecer cético.

Eu quero… – novos segundos de silêncio. – …calças longas com bordados laranjas. – e a presença divina se esvaiu aos poucos, deixando vagarosamente a consciência de cada um.

Uma luz se acendeu e a porta foi aberta. Os homens engravatados levantaram.

– Chamem o departamento de marketing. – disse o mesmo homem engravatado de antes. Acendeu um charuto e deu uma leve tragada antes de continuar. – E preparem a fogueira inquisitorial. Eles erraram de novo, e vão pagar caro por isso.

Fábrica

Uma peça, e depois outra, e depois outra: assim corre a linha de montagem. A esteira se estende de um horizonte ao outro, segmentada pelo campo de visão. Operários sem rosto se posicionam nas margens, encaixando porcas, batendo pregos, torcendo parafusos, e deixando-a correr até o seguinte. Aos poucos o produto toma forma: uma perna, que se encaixa em um quadril, que se encaixa em um tronco.

Ele levanta. Relutante, dá os primeiros passos para fora do leito primordial; um pé à frente, então o outro, e então de novo. Mexe os braços, vira o torso e balança a cabeça, testando as articulações. Por fim, dirige-se ao fim da linha de operários, tomando a posição ao lado daqueles que o criaram, e começa a cumprir sua função designada: encaixar porcas, bater pregos, trocer parafusos; em uma peça, e depois outra, e depois outra…

Sobre a Origem das Coisas

(ou O Poder de um ‘Obrigado‘)

É curioso pensar às vezes sobre a origem das coisas, como aquelas práticas tão enraizadas e cotidianas ao ponto de serem automáticas, repetidas ou observadas quase sem se refletir a respeito. Quem foi a primeira pessoa que vestiu uma pele de leopardo para se proteger do frio? Ou que teve a idéia de usar um copo para beber água, ao invés de se molhar todo bebendo direto do riacho? E o primeiro cara que ordenhou uma vaca, o que raios ele tava tentando fazer?

Mesmo se avançarmos no tempo e procurarmos por costumes mais recentes, na nossa própria sociedade pós-moderna/digital/capitalista/etc, podemos reparar em algumas coisas bem estranhas. Por exemplo, quando vamos a uma loja para comprar alguma coisa, e, após pagarmos no caixa, o/a atendente nos diz: “obrigado”. O que ele está agradecendo, afinal? O que há de tão especial ali que mereça um agradecimento? Quem deveria estar agradecido somos nós, que saímos de lá com o produto de que precisávamos, e não ele, que levou apenas um pedaço de papel, ou talvez nem isso, com o “dinheiro de plástico” dos tempos contemporâneos!

Claro, nem é preciso pensar muito para entender o que aconteceu. Ele estava agradecendo pelo fato de termos comprado naquela loja, e não em qualquer outra onde poderíamos ter feito. É uma daquelas inversões de valores que só fazem sentido no sistema capitalista: quem deve um agradecimento não é o beneficiado pelo serviço ou produto, mas o fornecedor dele, que não só teve todo o trabalho de fazê-lo como ainda deve nos agradecer por darmos a ele essa oportunidade. Mas realmente não faz muito sentido, quando paramos para pensar a respeito.

Podemos imaginar como começou. Provavelmente houvessem dois trabalhadores concorrentes – digamos, dois ferreiros rivais em alguma cidade qualquer no fim da idade média -, um deles muito eficiente, tanto na qualidade do serviço como nos preços cobrados (pois era capaz de aproveitar melhor suas matérias-primas), e o outro um tanto menos que o primeiro. O resultado dessa concorrência é óbvio: o primeiro logo monopolizou os principais pedidos, enquanto o segundo vivia em miséria e dificuldade. Sempre que recebia algum serviço, assim, ele não podia fazer outra coisa senão agradecer – até por ter noção de que, muitas vezes, era de fato uma caridade. Mas a sua situação logo começaria a mudar.

Imaginemos um pequeno diálogo, que possivelmente tenha acontecido então.

– Ué, você vai comprar suas ferraduras aqui? O ferreiro do outro lado da rua faz um trabalho muito melhor, e geralmente por um preço menor.

– Eu sei, eu sei. Esse aqui faz um trabalho pior, e mais caro. Mas ele me agradece toda vez que eu o contrato, e isso faz eu me sentir tão bem!

– Hum, acho que vou experimentar também.

O simples “obrigado” ao comprador, assim, se tornou um valor agregado, além do mero trabalho que devia ser feito. Logo o segundo ferreiro, a despeito da sua pior qualidade, começou a ter a maioria dos serviços, e talvez tenha até aumentado ainda mais o preço cobrado, uma vez que podia se dar ao luxo de escolher os melhores pedidos.

O primeiro ferreiro, por outro lado, logo se viu obrigado (sem trocadilho) a agradecer também aqueles que o contratavam, para não perder toda a clientela. Mas não o fez sem conseqüências para a qualidade do trabalho que oferecia – afinal, dever agradecimentos aos próprios ingratos que o faziam trabalhar horas e horas todo o dia certamente diminuiu a sua motivação.

E assim a qualidade das ferrarias, como provavelmente a de outros serviços pegos no mesmo círculo vicioso de agradecimentos, caiu drasticamente nos anos seguintes, estando para sempre condenada a um patamar inferior ao que atingiria de outra forma. Tudo por causa de um “obrigado”!

A Liga dos Economistas Extraordinários

O mercado está em perigo! Escassez, o gênio do mal, ameaça gravemente a população, atacando-a com seus capangas e criaturas terríveis, como o Dragão da Inflação e o Monstro do Desemprego. Apenas um grupo de heróis economistas poderá detê-lo, usando seus incríveis poderes de reflexão e interpretação da sociedade – a incrível Liga dos Economistas Extraordinários!

Liga dos Economistas(1)
adamsmithAdam Smith, o surpreendente Mão Invisível (NP 7)
For 14 (+2) Des 14 (+2) Con 14 (+2) Int 18 (+4) Sab 16 (+3) Car 14 (+2)
Res +2 For +5 Ref +8 Von +8
Feitos: Armação, Ataque Atordoante, Ataque Furtivo 3, Avaliação, Distrair (Blefar), Esconder-se à Plena Vista, Evasão
Perícias: Blefar 6 (+8), Conhecimento (atualidades) 6 (+10), Conhecimento (ciências comportamentais) 10 (+14), Conhecimento (história) 6 (+10), Conhecimento (educação cívica) 8 (+12), Diplomacia 8 (+10), Furtividade 6 (+9), Notar 6 (+9), Profissão (burocrata) 8 (+11)
Poderes: Invisibilidade (total contra todos os sentidos visuais)
Combate: Ataque +8, Dano +2 / +6 (furtivo), Defesa 16, Iniciativa +2
Atributos 30 + Salvamentos 14 + Feitos 9 + Perícias 16 (64 graduações) + Poderes 8 + Combate 28 = 105pp
Para Adam Smith, tudo ocorre como se uma mão invisível guiasse os rumos do mercado. O que poucos sabem, no entanto, é que essa mão é a do próprio Smith, usando seus incríveis super-poderes! Escocês de nascimento, burocrata do glorioso Império Britânico, defende os valores da igualdade, da liberdade, e, acima de tudo, da propriedade privada.

marxKarl Marx, o misterioso Multi-Proletário (NP 9)
For 14 (+2) Des 14 (+2) Con 16 (+3) Int 18 (+4) Sab 16 (+3) Car 16 (+3)
Res +3 For +6 Ref +5 Von +8
Feitos: Assustar, Inspirar 2, Oponente Favorito (burguesia) 2, Parceiro 12, Presença Aterradora 4, Sorte
Perícias: Conhecimento (atualidades) 14 (+18), Conhecimento (ciências comportamentais) 8 (+12), Conhecimento (história) 6 (+10), Diplomacia 2 (+5), Intimidar 6 (+9/+11*), Intuir Intenção 4 (+7/+9*), Notar 4 (+7/+9*), Profissão (jornalista) 4 (+7)
Poderes: Duplicação 8 (Horda +1 – 3pp/grad; Progressão 3 [até 10 cópias], Sacrifício)
Combate: Ataque +6 / +8*, Dano +2 / +4*, Defesa 18, Iniciativa +2
*contra a burguesia
Atributos 34 + Salvamentos 11 + Feitos 22 + Perícias 12 (48 graduações) + Poderes 28 + Combate 28 = 135pp

Friedrich_EngelsFriedrich Engels, o espetacular Intelectual Prodígio (Nível de Parceiro 12)
For 12 (+1) Des 14 (+2) Con 14 (+2) Int 16 (+3) Sab 14 (+2) Car 14 (+2)
Res +2 For +5 Ref +4 Von +6
Feitos: Benefício 2 (riqueza), Oponente Favorito 2 (burguesia)
Perícias: Conhecimento (atualidades) 6 (+8), Conhecimento (ciências comportamentais) 6 (+9), Conhecimento (história) 8 (+11), Diplomacia 6 (+8), Intuir Intenção 2 (+4/+6*), Notar 4 (+6/+8*)
Combate: Ataque +4 / +6*, Dano +1 / +3*, Defesa 14, Iniciativa +2
*contra a burguesia
Atributos 24 + Salvamentos 8 + Feitos 4 + Perícias 8 (32 graduações) + Combate 16 = 60pp

Karl Marx é legião. Incitador político, crítico da opressão e da dominação burguesas, ideólogo do comunismo e das revoltas proletárias, seu poder é o da multiplicação, rapidamente se convertendo em uma turba enfurecida para esmagar seus adversários. Junto com seu parceiro Friedrich Engels, no entanto, é uma figura controversa, cujos métodos e idéias não são plenamente aceitas pelos demais membros da Liga, e cuja presença costuma ser vista como uma ameaça pelos próprios mercados que a equipe tenta salvar.

ArticleWeberMax Weber, o fabuloso Acumulador (NP 8 )
For 14 (+2) Des 14 (+2) Con 14 (+2) Int 18 (+4) Sab 16 (+3) Car 14 (+2)
Res +6* For +9 Ref +6 Von +8
Feitos: Ataque Poderoso, Atropelar Aprimorado, Derrubar Aprimorado, Durão 4, Tolerância
Perícias: Conhecimento (atualidades) 10 (+14), Conhecimento (ciências comportamentais) 12 (+16), Conhecimento (história) 10 (+14), Intimidar 4 (+6), Notar 6 (+9)
Poderes: Absorção 8 (Fortalecer [Densidade]; Armazenagem de Energia +1, Ímã de Poder +1, Limitado (apenas capitais) -2 – 4pp/grad; Dissipação Lenta [1 minuto/10 rodadas])
Combate: Ataque +6, Dano +2*, Defesa 16, Iniciativa +1
**a Resistência e o Dano podem aumentar conforme Weber acumula capital, recebendo graduações do poder Densidade, até os limites normais do NP
Atributos 30 + Salvamentos 16 + Feitos 8 + Perícias 9 (36 graduações) + Poderes 33 + Combate 24 = 120pp
Max Weber era apenas um economista político e pioneiro da sociologia alemã comum, até receber uma revelação divina: o próprio Espírito do Capitalismo desceu à Terra, tomando-o como hospedeiro! Invocando seus poderes como uma espécie de xamã, Weber se tornou capaz de abosrver e acumular grandes quantidades de capital, aumentando sua densidade e força a níveis sobre-humanos, para então acabar com seus inimigos com seu uso legítimo do monopólio da violência.

dn16786-2_300John Maynard Keynes, o magnífico Barão Keynes (NP 10)
For 10 (0) Des 12 (+1) Con 12 (+1) Int 34 (+12) Sab 28 (+9) Car 18 (+4)
Res +1 For +5 Ref +6 Von +14
Feitos: Avaliação, Bem-Relacionado, Benefício (status), Esforço Supremo (salvamentos de Vontade), Esquiva Fabulosa, Memória Eidética, Plano Genial
Perícias: Blefar 6 (+10), Concentração 12 (+21), Conhecimento (atualidades) 10 (+22), Conhecimento (ciências comportamentais) 10 (+22), Conhecimento (história) 8 (+20), Conhecimento (negócios) 10 (+22), Diplomacia 8 (+12), Intuir Intenção 8 (+17), Notar 8 (+17)
Poderes: Telepatia 10 (Poderes Alternativos: Controle Mental 10, Rajada Mental 5), Super-Sentidos 14 (cancela Permante +1, Duração -2/concentração – 1pp/2grad; visão estentida 5, percepção econômica, poscognição, precognição)
Combate: Ataque +5, Dano +5 (Rajada Mental), Defesa 18, Iniciativa +1
Atributos 54 + Salvamentos 14 + Feitos 7 + Perícias 20 (80 graduações) + Poderes 29 + Combate 26 = 150pp
John Maynard Keynes, o Primeiro Barão de Keynes, é o teórico do controle estatal da economia e do estado de bem-estar social. Para ele, deve haver um intervencionismo pesado do Estado, através de políticas monetárias e fiscais, que dome o mercado e diminua os efeitos dos seus ciclos de recessão e depressão – o que fica muito mais fácil, é claro, com a ajuda dos seus incríveis poderes mentais, incluindo a capacidade de ler e controlar pensamentos, bem como a sua fabulosa Visão Macroeconômica, capaz de identificar problemas econômicos distantes, passados ou futuros!

04016Milton Friedman, o incrível Homem-Mínimo (NP 7)
For 12 (+1) Des 16 (+3) Con 14 (+2) Int 18 (+4) Sab 16 (+3) Car 14 (+2)
Res +2 For +5 Ref +9 Von +6
Feitos: Bem-Relacionado, Iniciativa Aprimorada
Perícias: Blefar 4 (+6), Conhecimento (atualidades) 10 (+14), Conhecimento (ciências comportamentais) 8 (+12), Conhecimento (história) 8 (+12), Conhecimento (negócios) 12 (+16), Diplomacia 6 (+8), Furtividade 6 (+9/+29*), Notar 6 (+9)
Poderes: Encolhimento 20 (Tamanho Atômico, Golpe em Crescimento)
Combate: Ataque +8 / até +20*, Dano +1 / até -4 (tamanho mínimo) / até +6 (Golpe em Crescimento), Defesa 18 / até 30*, Iniciativa +7
*encolhendo até o tamanho mínimo; a diferença não modifica o NP
Atributos 22 + Salvamentos 12 + Feitos 2 + Perícias 15 (60 graduações) + Poderes 22 + Combate 32 = 105pp
Milton Friedman é um defensor da liberdade individual e da democracia. Em constante conflito de idéias com o Barão Keynes, o Estado para ele deve ter o mínimo tamanho necessário, sem intervir diretamente na economia – e esse minimalismo é também a origem dos seus poderes: o de encolher até a escala atômica, tornando-se quase imperceptível aos adversários!


Sob um céu de blues...

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