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Rolando e Tombando

Aí eu tava vendo o show de reunião que o Cream, uma das melhores bandas de todos os tempos, fez no Royal Albert Hall, em Londres, em 2005. Lá pela metade da apresentação, eles tocam um dos clássicos que praticamente todo roqueiro inspirado pelo blues já regravou. Essa aí de baixo:

 

Lá pelos 2:30 de vídeo, aproximadamente, uma imagem me pegou: um cara no meio da plateia, ela toda sentada, enquanto ele de pé se mexia ao som da música. Fiquei imaginando o que o resto do público tava pensando ao ver ele assim, e do mico que ele estava pagando… Até que percebi que talvez ele fosse o único que estava realmente fruindo a música da forma como ela foi feita para ser fruída.

Quer dizer, por toda a sua história, o blues, assim como o rock depois dele, foram o exato oposto daquilo que se vê ali: uma apresentação de conservatório, com todos os espectadores sentados e bem comportados fruindo o seu recital. Ele era, muito ao contrário, a música das festas das classes baixas do campo, dos “bailes” em que eles deixavam escorrer todo o estresse da semana pesada em trabalhos. Quer dizer, basta ver o próprio nome da música: Rollin’ and Tumblin’, “rolando e tombando” – qualquer semelhança com um clássico nacional como este aí embaixo…

 

…não é mera coincidência não.

Levanto essa semelhança principalmente para destacar o quanto de hipocrisia se tem ao falar de estilos musicais mais recentes, quando apreciamos sentados e bem comportados em nossa sala, com uma dose de uísque na mão, canções que, na verdade, surgiram quase que exatamente do mesmo contexto.

Você pode pegar praticamente qualquer crítica que se faz hoje em dia ao sertanejo ou ao funk carioca e aplicar, quase palavra por palavra, ao blues, ao jazz e ao rock de menos de um século atrás, ao menos da forma como eram vistas pela classe média e alta da época. Veja o que diz o mestre Robert Crumb, por exemplo, sobre um livro que fala a respeito dos bailes de jazz da década de 1920: ele fala da Chicago dos anos 1920, de todos os grupos conservadores que pensavam que os salões eram antros de iniquidade, corrompendo os jovens para uma vida de bebidas, de libertinagem sexual, etc. (Blues, p. 98).  Não é a mesma coisa que se diz de um baile funk hoje em dia? E foi desse ambiente que saíram Bessie Smith, Billie Holliday e tantos outros que são ouvidos hoje nas salas de estar de apreciadores brancos de classe média-alta.

“Ah, mas é muito diferente!,” diz você. “Eles eram muito melhores naquela época do que esses estilos de hoje, com os refrães silábicos, os ritmos repetitivos, a falta de técnica em geral…” Bem, deixa eu mostrar abaixo uma outra regravação do Eric Clapton, essa do seu acústico.

Se isso não é um refrão silábico, eu não sei o que é. Se você tirar todos os hey, hey, baby, hey da música, deve sobrar uma estrofe inteira, talvez. A própria questão da técnica é relativa: volte ao primeiro vídeo, o do show do Cream, e preste atenção em como o mesmo Clapton toca a guitarra. Praticamente todo ele é feito no slide; não há qualquer acorde formal ou técnica tradicional. Reza a lenda (não sei até onde isso pode ser verdade) que o próprio acessório que ele usa para tocar teria sua origem em gargalos de garrafa de bebidas, que os bluesmen da época quebravam e usavam para tocar violão – daí o nome do estilo bottleneck slide, ou slide do gargalo de garrafa. Mas para um músico erudito, que aprendeu a tocar em um conservatórios com o apoio de regentes e partituras, deve soar como algo não muito melhor do que um chiado de televisão (a menos que ele seja o Hermeto Pascoal, é claro). Não é bem à toa que o blues, como o jazz, só foi ser formalizado e convertido em linguagem de partituras muito recentemente, coisa de poucas décadas atrás.

Na verdade, se você reparar bem, a própria sequência de acordes de ambas as músicas é muito fácil de se pegar: mi, lá e si, repetidos à exaustão; a famosa seqüência I – IV – V do blues, que tanto se vê em incontáveis outras canções – procure no repertório do próprio Clapton. E existem blues ainda mais simples – Spoonful, outro clássico regravado por mais roqueiros do que uma banda militar, usa apenas duas notas repetidas a música inteira. Se você acha a batida do funk repetitiva, pergunte para alguém que não gosta de blues ou de rock o que ele pensa a respeito. Ora, essa semana mesmo, vi gente comparando o funk ao heavy metal sob o pretexto de “ser tudo barulho indiscriminado.”

Enfim, a verdade é que falar desse tema já é meio repetitivo para mim. Vez por outra volto no assunto, e um dos meus posts mais visitados do blog fala justamente sobre isso. Poderia me estender mais sobre diversos outros aspectos – mal falei sobre a questão das letras, por exemplo. Tanto se fala que “funk é só baixaria,” mas poucos lembram que o termo rock, e até mesmo o jazz, na verdade, surgiram como gírias para o ato sexual – dá toda uma nova perspectiva sobre músicas como We Will Rock You e I Wanna Rock and Roll All Night, não? Poderia ainda citar outras músicas que, olhadas friamente, falam praticamente da mesma coisa, mas, por não serem cantadas por funkeiros de favela, são consideradas belíssimas letras de rock, MPB ou outros estilos.

A questão é que esse preconceito sobre a música é, na imensa maioria das vezes, apenas um preconceito social, ou até racial, disfarçado. Nisso, pelo menos aqueles que reclamam do funk como cultura da pobreza estão sendo pelo menos um pouco mais sinceros: é a perplexidade de quem está acostumado a pensar no trabalho e dinheiro como valores maiores do homem sobre uma parcela da população que não precisa disso para ser feliz, mas quer apenas andar tranqüilamente na favela onde nasceu.

Cream, 2005

Ouvir Cream sempre me lembra de porque eu queria tanto ser músico… E porque na verdade eu nunca ia conseguir ser um de qualquer forma.

Acho que vou ali ficar em posição fetal um pouco…

BURP Sings the Blues

Como dá pra ver pela maioria das músicas gravadas aqui, eu gosto bastante de blues. Essas aqui são algumas gravações minhas de alguns clássicos do estilo: Nobody Knows You When You’re Down and Out, escrita por Jimmy Cox e imortalizada na voz da Imperatriz do Blues, Bessie Smith, e depois também na guitarra do deus Eric Clapton; e Pride and Joy, um clássico mais contemporâneo do mestre Stevie Ray Vaughan. Gosto da primeira porque é uma das minhas melhores (ou menos piores?) gravações vocais. Vocês podem imaginar como são as minhas piores a partir daí… E a segunda sou eu brincando de guitar hero.

A terceira música é uma original, Verona Blues. Nela eu faço uma homenagem a um velho carro Verona que ficou muitos anos na minha família, passando por vários membros, antes de ser vendido. Na letra são citadas várias ruas de Porto Alegre, enquanto o carro passa por elas e eu vou descrevendo como me sinto dentro dele.

DEUS

Eu vi Deus, e o nome dele é Eric Clapton. Pra marcar a semana de apresentações dele no país – a primeira delas ontem, em Porto Alegre, e é claro que EU ESTAVA LÁ -, uma pequena ficha de personagem para representá-lo dentro dos parâmetros do 3D&T Rock Band.

Enfim, para entender e usar ela adequadamente você precisará do netbook 3D&T Rock Band, e também dar uma olhada no meu artigo sobre técnicas e estilos musicais. E antes de seguir, apenas lembrando que, segundo a nomenclatura própria do proposta no netbook:

A = Atitude, equivalente à Força ou Poder de Fogo;
T = Técnica, equivalente à Habilidade;
V = Vontade, equivalente à Resistência;
I = Improviso, equivalente à Armadura;
F = Fama, atributo novo descrito no netbook;
PMs = Pontos de Motivação, equivalentes aos PVs;
PFs = Pontos de Fadiga, equivalentes aos PMs.

Eric Clapton
A2 T5 V3 I4 F5 15 PMs 15 PFs

Esilo Blues. Clapton é adepto e um dos grandes nomes do blues, tendo aprendido com alguns dos seus principais nomes históricos, e desenvolvido o seu estilo pessoal a partir deles.

Estilo Rock. Clapton também é um dos principais nomes da história do rock, e ajudou mesmo a desenvolver algumas das suas principais técnicas musicais.

Especialista (guitarra). Clapton, é claro, é conhecido como um dos deuses da guitarra, e é quando usa o seu instrumento de preferência que se sente mais à vontade. Ele gasta apenas metade dos PMs para utilizar quaisquer técnicas de guitarra durante uma apresentação.

Banda de Apoio 4. Clapton possui uma equipe de músicos extremamente qualificada dando-lhe apoio nos shows, provavelmente uma das melhores bandas do mundo. Quando pode tocar com ela, recebe um bônus de +4 em todas as suas jogadas.

Mentor. Embora nunca o tenha conhecido pessoalmente, e na verdade tenha mesmo nascido depois da sua morte, Clapton costuma citar o bluesman norte-americano Robert Johnson como um dos seus mentores, do qual aprendeu e copiou algumas das suas técnicas principais.

Fama. Clapton é uma das figuras mais conhecidas do rock, e portanto possui a vantagem Fama (descrita no netbook Rock Band) no seu nível máximo.

Gibson Les Paul. Quando tocava com o Cream, Clapton costumava usar uma guitarra Gibson Les Paul, um dos modelos mais famosos da história. Você pode considerá-la como um instrumento mágico com as seguintes características: A+2, F+1, Ataque Especial, Flagelo (guitarristas).

Blackie. Na carreira solo, a guitarra que que ficou mais conhecida nas mãos de Clapton foi uma Fender Stratocaster preta, apelidada de Blackie. Você pode considerá-la um instrumento mágico com as seguintes características: T+1, I+1, F+1, Ataque Especial x2.

Especializações. Clapton possui as especializações Instrumentos Musicais (cordas), Canto e História do Blues.

BÔNUS: Clapton, deus menor dos alaúdes e instrumentos de cordas

Outros nomes. Elric entre seu velhos amigos familiares em Petrynia.

Descrição. Elric Clapton foi um bardo meio-elfo nascido nos arredores de Altrim, capital de Petrynia. Começando na carreira musical bastante jovem, logo angariou uma grande quantidade de fãs devido às suas ótimas músicas e, principalmente, a sua técnica impecável no alaúde e outros instrumentos de cordas. Aos poucos a idolatria destes fãs começou a tomar ares de uma verdadeira devoção religiosa, e hoje, décadas depois, ele atingiu o tatus de um verdadeiro deus menor.

Motivações. As motivações de Clapton são bastante simples, e envolvem basicamente viver pela e para a música. Está sempre disposto a conhecer e tocar com novos artistas, além de participar de projetos diversos para divulgar a música em todas as suas formas.

Avatar. Clapton obviamente não possui um avatar, pois é apenas um deus menor. No entanto, ele próprio ainda vive em Arton, tendo residência fixada na cidade voadora de Vectora. Costuma aproveitar as paradas dela para fazer grandes apresentações nas principais cidades do continente, além de alguns pequenos shows regulares nas grandes tavernas locais.

Relações. Clapton possui boas relações com todos deuses ligados à música e às artes de forma geral, em especial a deusa do canto Canora, e, entre os deuses maiores, a deusa da paz Marah. Antes de cair do Panteão, dizia-se que mesmo Glórien, a elitista deusa dos elfos, tinha orgulho da parcela de sangue élfico que corria em suas veias. Os únicos deuses com que ele possui algum tipo de inimizade são aqueles ligados a bebidas alcoólicas, devido a uma trágica história pessoal de alcoolismo.

Crença dos devotos. Música é tudo, e Clapton é DEUS.

Áreas de influência. Música, alaúdes, bandolins, outros instrumentos de cordas.

Símbolo sagrado. Um alaúde estilizado.

Arma preferida. Alaúde (Blackie).

Cores significativas. Preto, azul.

Lema. “Você saberia o meu nome se eu te encontrasse no paraíso?”

Poderes garantidos. Clérigos de Clapton recebem gratuitamente a especialização Instrumento Musical (cordas).

Obrigações e restrições. Clérigos de Clapton devem sempre carregar um alaúde, bandolim ou outro instrumento de cordas consigo, ou não poderão utilizar os seus poderes clericais.

Clapton

Eu tenho uma relação bem pessoal com a música, e acredito que não só eu – possivelmente qualquer um que seja músico, ou já tenha tido a pretensão de ser (o que é mais próximo do meu caso), tenha um sentimento parecido a respeito. É bem diferente ouvir uma canção como um leigo, apenas apreciando a melodia ou a letra, e ter uma noção mais aprofundada do que cada instrumento está fazendo, do que representa cada mudança de ritmo, cada variação de acorde. Em certo sentido, tocar um instrumento pode mesmo vir a estragar algumas músicas – sei de muitas que eu adorava antes de começar a tocar, mas agora me são totalmente inaudíveis; e, a bem da verdade, há diversas outras que eu não gostava anteriormente mas hoje em dia acho fantásticas.

O fato é que depois de um tempo você deixa de procurar apenas as músicas que são boas de ouvir. Tão importante quanto passam a ser aquelas boas de tocar, que façam você se sentir bem no instrumento, e tenham uma melodia gostosa de se reproduzir. Talvez você chegue até a se questionar sobre essa necessidade meio doente que alguns vêem nos artistas de sempre inovar, sempre lançar canções novas a cada álbum, como se a criação, e não a performance, fosse o ponto máximo da música – e para alguns pode mesmo ser, é claro, apenas me permitam discordar.

Acredito que Eric Clapton é um artista que concordaria comigo, ao menos em parte. Suas performances ao vivo são repletas de clássicos do blues, músicas das décadas de 1920 ou 1930 que ele simplesmente admira e gosta de tocar, mesmo que não sejam exatamente as preferidas do público; e mesmo entre estas, na verdade, há grandes sucessos que ele resgatou simplesmente porque são canções das quais ele gosta, de artistas que admira – Crossroads, Nobody Knows When You’re Down and Out, Before You Accuse Me. Há mesmo um disco inteiro gravado apenas com o objetivo de homenagear Robert Johnson, músico de blues morto em 1938 e considerado uma grande influência por praticamente todos os roqueiros britânicos.

Claro, ele chegou nesse ponto após quase cinquenta anos de uma carreira consagrada, que já lhe deu um lugar entre os deuses da música popular. Alguém que compôs canções como Sunshine of Your Love, Layla ou Tears in Heaven dificilmente precisa provar muito sobre a sua capacidade artística, de forma que há mais espaço para tocar aquilo que gosta. Assim, em um disco como Clapton, seu mais recente trabalho, ele pode se dar ao luxo mesmo de participar da composição de uma única canção inédita – Run Back to Your Side, que na verdade possui uma base suspeitamente parecida com o clássico do blues Rollin’ and Tumblin’ -, e de resto se dedicar à função de intérprete, resgatando algumas canções clássicas do cancioneiro popular anglo-saxão.

E isso não significa, é claro, que seja um disco ruim. Bem pelo contrário: Clapton é um grande intérprete, capaz de dar vida e sentimento a estas canções, como já fez com outras no passado. Algumas chegam a ter interpretações bastante inspiradas, na verdade, como em Rocking Chair e Autum Leaves. Os riffs de guitarra que o consagraram também estão lá, com destaque para arranjos marcantes como os de River Runs Deep e That’s No Way to Get Along, bem como as baladas em que um solo suave acompanha a melodia, como na ótima versão de How Deep is the Ocean. Há espaço mesmo para o blues tradicional do Mississipi que ele tanto admira, em Hard Times Blues. Em geral apenas umas poucas músicas podem ser difíceis de ouvir, como Judgement Day ou Milkman, mas não exatamente por serem ruins – seus arranjos apenas tem algo de nostálgico, o que pode reduzir o seu alcance a um público mais específico, capaz de entender e apreciar esse tipo de saudosismo.

No fim, não consigo imaginar Clapton como um sucesso incontestável de vendas, capaz de empilhar sucesso atrás de sucesso nas rádios populares. Dificilmente qualquer destas canções vai ser mais pedida em shows do que Layla ou Cocaine, por exemplo. Apenas não deixam de ser ótimas canções por isso, com direito algumas grandes interpretações. E, sinceramente, é injusto também esperar muito mais.

Eric Clapton: A Autobiografia

eric-clapton-biografiaÀs vezes eu tenho a impressão de que todos os roqueiros são iguais, se não de fato, pelo menos no retrato que é feito deles. Vá lá ver, por exemplo, o Jim Morrison do filme com o Val Kilmer, e compare com o Jimi Hendrix do Wood Harris, o Johny Cash do Joaquim Phoenix, ou o Jerry Lee Lewis do Dennis Quaid: são todos o mesmo personagem, com o mesmo olhar perdido, a mesma inércia ao cuidar da própria vida, os mesmos dramas com drogas, groupies e família, apenas em embalagens diferentes. Há alguma legitimidade, no entanto, quando é o próprio artista se retrata dessa forma, como é o caso do Eric Clapton nesta autobiografia.

Não há muito mais o que falar a respeito, na verdade. Biografias são talvez o gênero literário mais sujeito aos ditames do gosto pessoal, uma vez que, se não houver qualquer interesse no personagem retratado, realmente não há muito mais que chame atenção para elas. E é inegável que, como amante de blues e dublê de guitarrista que sou, tenho muito interesse na carreira dele; concordo em algum nível com aquela frase muito em voga na década de 60, que dizia que Clapton é Deus. É claro, portanto, que a minha avaliação é total e absolutamente parcial.

O que também não quer dizer que ela seja descartável, no entanto, uma vez que, independente do personagem retratado, Eric Clapton: A Autobiografia possui muitas virtudes dentro do gênero também. A começar justamente por ser uma autobiografia, e não uma escrita por um terceiro – normalmente, costumo ter um tanto de cuidado ao ler biografias, uma vez que é muito fácil para o autor cair em armadilhas como anacronismos ou argumentos teleológicos, além de ficcionalizar demais o personagem retratado; quando é a própria pessoa retratada que a escreveu, no entanto, essas armadilhas são facilmente passáveis, uma vez que, se não pela própria versão dos fatos contados (que certamente se encontram no ápice da parcialidade), as próprias impressões e comentários a respeito deles já ajudam a compreender o autor mais do que a sua história. E é inegável que Clapton é uma pessoa inteligente, e sem medo de reconhecer os erros que cometeu; seus comentários a respeito da própria carreira, do universo musical que o cercou por mais de 40 anos, e a sua conturbada relação com drogas e com o álcool, são honestos e profundos, e em alguns momentos até surpreendetes.

Enfim, Eric Clapton: A Autobiografia, apesar do nome sem nenhuma criatividade, é um livro indispensável para interessados em história da música, fãs de Clapton e fãs de blues, rock e o que mais tenha sido feito nos últimos 40 anos no mundo da música pop. O que deveria ser a mesma coisa de qualquer forma, na minha opinião.


Sob um céu de blues...

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